Formação em estratégia e gestão para quadros de empresas

in Expresso, 17 de Junho 2022

Para chegar à final nacional há que trabalhar em equipa para atingir os melhores resultados.

Na competição, os elementos das equipas sentem as dificuldades e desafios de gerir uma organização.

A perceção de como funciona uma empresa, qual a interação que se estabelece entre os vários departamentos e o peso de cada decisão no todo são algumas das aprendizagens que as equipas de quadros da Amorim Cork retiraram da sua participação no Global Management Challenge (GMC).

A Amorim Cork centrou a sua presença na atual edição da competição em quatro equipas formadas por quadros. Luís Esteves, co-CEO da empresa, explica que “são equipas formadas por jovens quadros, fundamentalmente em funções técnicas, aos quais procuramos proporcionar experiências de gestão. Sentimos que cada vez mais os jovens quadros que vão chegando à organização valorizam este tipo de iniciativas e percebem os benefícios que podem tirar para o seu desenvolvimento profissional e pessoal”. Acredita que na prova, e além da tomada de decisão, os quadros percebem os desafios que uma decisão de grupo levanta e desenvolvem o espírito de equipa e a capacidade de adaptação em situações difíceis. “Estes jovens quadros serão os gestores da empresa amanhã. A exposição a uma visão integrada de gestão facilitará a aprendizagem e o desenvolvimento acelerado não só para assumirem novas responsabilidades no futuro, como já para o crescimento no âmbito das funções que desempenham”, finaliza Luís Esteves.

Inovar para ganhar

Edgar Moura lidera a equipa Amorim Los Champs, a única da Amorim Cork que passou à segunda volta da competição. Desta equipa fazem parte João Baptista, Mafalda Lopes, Maria Leite e Sérgio Carvalho. Conta que aqui perceberam como “uma decisão isolada pode impactar de diversas formas o desenvolvimento de uma empresa e a sua sobrevivência no mercado. A inovação é cada vez mais um fator determinante, sendo imperativo para qualquer organização não só que se mantenha a par do que acontece e do que os consumidores necessitam, mas também marcar pela diferença e apresentar produtos e serviços inovadores”. E foi a vontade de arriscar, de trabalhar em equipa, de competir e tomar decisões sob pressão que levou estes jovens a ingressarem neste desafio. O saldo até agora é positivo. “Achamos esta competição muito desafiante, com diversas variáveis associadas a todas as áreas de uma empresa, o que é muito interessante, dado que tomamos decisões em todas essas áreas e conseguimos perceber o reflexo que elas têm no resultado final, reflexo esse não só nas nossas decisões mas também nas dos adversários”, salienta Edgar Moura.

Durante as semanas de prova, os participantes tomam decisões e verificam o seu impacto na empresa.

Apesar de não terem passado à segunda volta, os elementos da equipa Amorim CTC Business Planners fazem um balanço positivo desta experiência. Alexandre Mil-Homens, Filipe Almeida, Miguel Abreu, Ricardo Mendonça e Wilson Pereira são os elementos da equipa e explicam que foi a vontade de perceber a dinâmica desta competição e o que a torna tão cativante que os levou a participar. “Até agora, o mais espantoso é a perceção de que uma simples alteração num parâmetro processual, financeiro, de recursos humanos, etc., pode influenciar toda a dinâmica de uma organização. A tomada de decisão e o trabalho em equipa também têm vindo ao de cima, sendo esse um aspeto muito positivo, benéfico no dia a dia profissional”, conta Ricardo Mendonça, chefe da equipa. E salienta ainda que “o desafio e o querer implementar novas e diferentes estratégias deixam-nos um sabor agridoce nesta competição, pois talvez pudéssemos ter feito de maneira diferente determinadas folhas de decisão, o que nos faz querer participar mais vezes”.

Um desafio ‘fora da caixa’

A equipa Amorim Cork Your Mind é formada por Ana Rita Bruno, Ana Rita Guedes, Catarina Pina, Pedro Brito e Sofia Filipe. “Decidimos participar por se tratar de uma competição tão ‘fora da caixa’ e pela oportunidade única de testar e aprender mais sobre as diferentes áreas funcionais de uma empresa e adquirir competên­cias na área da gestão treinando a capacidade de adaptação e improvisação”, revela Pedro Brito, chefe da equipa. Neste processo partilharam experiên­cias, debateram pontos de vista, desenvolveram competên­cias e aperfeiçoaram outras. E é por isso que recomenda esta competição a outros quadros. “Poder gerir uma empresa através do simulador do Global Management Challenge é uma oportunidade de ouro para fazer experiências e perceber a dinâmica e imprevistos da economia mundial, bem como o impacto que poderão ter na gestão”, salienta.

Para Diogo Lopes, líder da equipa Amorim Team AC, “toda a aprendizagem obtida nesta prova pode ser transportada para o nosso dia a dia, pela exposição que nos dá a diferentes áreas do negócio, bem como todo o treino de análise, pensamento a longo prazo e tomada de decisões estratégicas”. Na aventura que foi gerir uma empresa nesta iniciativa contou na sua equipa com Dio­go Dias, André Dias e Ana Leandro, todos estreantes. “O que mais aprendemos foi como planear a médio e longo prazo, não navegar à vista, mas prevenir no presente problemas que podem surgir no futuro”, revela o chefe da equipa. Na sua opinião, “esta competição é uma ferramenta benéfica para qualquer estudante ou quadro que tenha o objetivo de um dia assumir um alto cargo de gestão”.

Classificação – 5ª decisão (clique aqui)

Fim da primeira fase da primeira volta de 2022

Terminou esta semana a primeira fase da primeira volta do Global Management Challenge 2022 com a tomada da quinta e última decisão. Na tabela em cima figuram os nomes das 32 equipas que, por estarem na liderança dos seus grupos, transitam para a segunda volta, agendada para dezembro. A estas equipas ir-se-ão juntar as que vão disputar a segunda fase da primeira volta, que arrancará em novembro. Com esta fase terminada, a Accenture Portugal é a empresa com mais equipas na segunda volta, com um total de sete. Segue-se-lhe a EDP, com cinco. A IT Sector, a Deloitte Portugal, o restaurante Caisdavilla e a Minsait vão estar representadas com duas equipas cada. A CGD, Metro, REN, Crédito Agrícola, Fujitsu, Amorim, Water Portugal, Konica Minolta, Intrum, Softfinança, Montepio e Via Consulting contam com uma equipa.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Foto: DR

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