Uma perspetiva internacional

in Expresso, 10 de Novembro 2023

Participantes de vários países onde esta simulação de gestão portuguesa está presente avaliam a experiência, que consideram formativa.

A primeira edição do Global Management Challenge (GMC) realizou-se em Portugal em 1980. De lá para cá, esta competição de estratégia e gestão internacionalizou-se e está presente em mais de 30 países, espalhados pelo globo. Participantes da Geórgia, Togo, Equador, Uzbequistão e Macau contam como foi integrar esta competição e o que retiraram deste desafio.

Guo Tianyi liderou a equipa de estudantes que representou o território de Macau na última final internacional desta competição, realizada em setembro, em Angola. Na sua perspetiva, esta iniciativa de estratégia e gestão permite aplicar na prática o conhecimento adquirido em sala de aula. Outra das vantagens que lhe aponta é “adicionar alguma experiência ao nosso currículo. Exercita a nossa capacidade de olhar para a empresa como um todo, de pensar sistematicamente e tomar decisões corretas, o que será benéfico para a nossa futura carreira”.

De outro ponto do globo, da Geórgia, Dea Beria explica que “participar no GMC é uma boa maneira de nos desafiarmos e ampliarmos o nosso conhecimento e compreensão do ambiente de negócios”. Acrescenta ainda que a experiência adquirida ajuda a crescer e a desenvolver capacidades de gestão, competências essas que são sempre valorizadas pelo mercado de trabalho.

Já Mireya Maldonado, estudante do Equador, é de opi­nião que a aprendizagem obtida nesta prova pode ser aplicada, na prática, no seu futuro profissional. “Aprendemos como gerir uma empresa e o trabalho de equipa que isso representa, bem como que a comunicação entre os membros é fundamental para a tomada de decisão e para obter sucesso.” Defende ainda que estes simuladores de gestão são bastante úteis para empreendedores.

De África, Sanni Kokou, do Togo, revela que no GMC aprende-se sobre espírito de equipa, gestão, como gerir o stresse e tomar decisões sob pressão. Evidencia ainda que quem integra uma competição como esta mostra vontade de obter novos conhecimentos e competências, apostando na formação de forma contínua. “O GMC não só me deu habilidades práticas de negócios como também me incutiu uma compreensão global dos princípios da gestão estratégica e a sua aplicação no mundo real”, refere Igor Gusev, do Uzbequistão, um dos países que aderiu recentemente a esta prova.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas

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