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Uma formação na área da gestão

in Expresso, 2 de Outubro 2015

Ao integrarem a prova os participantes ficam com uma visão mais alargada da realidade empresarial.

Numa altura em que as 64 equipas em competição já tomaram duas das cinco decisões que compõem a segunda volta, elementos de três formações e um antigo participante e apoiante de equipas falam das expectativas de desempenho para esta etapa, do trabalho conjunto desenvolvido e de como esta experiência lhes permite saber mais sobre a vida empresarial.

Nuno Mourão integra a equipa Les PT Casseroletes, formada por trainees da Portugal Telecom (PT). Conta que foi a divisão de recursos humanos que o desafiou e aos seus colegas de equipa, dois engenheiros e duas gestoras, a integrarem o evento. Formado em engenharia informática explica que “participar na competição é uma boa oportunidade para complementar as nossas capacidades de gestão, nomeadamente a nível financeiro”. Passou a ter ainda, afirma, “uma visão mais global do funcionamento de uma empresa”. O facto de terem uma relação próxima, já que são todos jovens quadros da PT, tem auxiliado o seu desempenho enquanto equipa. “Já sabemos como as pessoas vão reagir, quais as que encaram melhor as ideias dos outros e as que vão ter mais pulso firme nas decisões e isso é benéfico na gestão”, salienta Nuno Mourão.

Experiências diversificadas

Também estudante de engenharia, Rafael Santos, da equipa mista Indrasistemas Equilibrium, destaca a componente formativa da prova. “Tem sido bastante bom na aquisição de conhecimentos de economia e gestão. Adquirimos novos conceitos e temos de estar sempre a investigar sobre estas áreas”, frisa. Na sua equipa, formada por três estudantes e um quadro da Indra, a convivência tem sido também uma aprendizagem. É que aos conhecimentos teóricos dos estudantes junta-se o saber de experiência feito do quadro, o que na opinião de Rafael Santos é uma vantagem para a segunda volta.

António Agostinho, da equipa Popular-Wings4change, é quadro do Banco Popular, entidade que este ano apostou no apoio a equipas formadas por colaboradores e clientes. Uma experiência que, para este funcionário, tem sido benéfica, na medida em que aprofundou a sua visão empresarial e passou a olhar a gestão sob a perspetiva de quem com ela lida diariamente. “Na discussão dos problemas as visões são diferentes e tentamos sempre encontrar pontos de encontro”, finaliza.

Antigo participante, Vasco Falcão, diretor-geral da Konica Minolta Portugal, conta que aprendeu muito com o Global Management Challenge. As equipas pelas quais passou nunca chegaram à segunda volta e os erros cometidos na simulação serviram-lhe de aprendizagem ao seu trabalho atual como gestor. Às formações que estão na segunda volta aconselha a que “estabeleçam uma estratégia e saibam para onde querem ir, fazendo ajustes às mudanças que possam surgir”. Anualmente, a empresa que dirige tem vindo a apoiar a inscrição de equipas de estudantes, com o intuito de avaliar talento a recrutar e de estar mais perto da academia.

NOVAS LIDERANÇAS

Esta semana as equipas em competição tomaram a segunda decisão da segunda volta do Global Management Challenge 2015, o que provocou alterações na chefia dos grupos, como se pode verificar na tabela publicada em anexo. Na prática, apenas o grupo 1, 6 e 8 mantiveram a mesma equipa no topo, sendo que os grupos 2, 3, 4, 5 e 7 contam agora com novo líder. Mas, como falta ainda tomar mais três decisões, vamos assistir a alterações nas chefias durante as próximas semanas. A Somague, Indra, Accenture, Randstad-IEFP, Noesis, IT Sector, IAPMEI e Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre, são as entidades que contam agora com formações no topo de grupos.

Jornalista: Maribela Freitas

Fotografia: Alexandre Bordalo

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