Edição marcada pela presença da pandemia

in Expresso, 19 de março de 2021

Legenda da foto: João Matoso Henriques (SDG) faz um balanço positivo do ano que passou

Portugal e outros países realizaram as suas finais online e poderá vir a ser esse o modelo a adotar para o evento mundial.

A pandemia tem tido impacto em todos os países e negócios e o Global Management Challenge não é exceção. Houve países que não avançaram com a edição de 2020 e na maioria dos casos, como em Portugal, a sua final nacional não foi presencial.

“Mesmo tendo em conta a pandemia o balanço de 2020 é positivo. O envolvimento e o interesse na prova não diminuiu em Portugal mas o impacto nas geografias onde estamos foi grande e nalguns países não se realizou a edição”, explica João Matoso Henriques, CEO da SDG. Em contrapartida “países que viveram situações dramáticas como Espanha, Itália ou Brasil, realizaram as suas edições o que demonstra o espírito e determinação dos nossos parceiros e do nível de prestígio e reconhecimento que esta iniciativa tem internacionalmente, para que isto tenha sido possível”, salienta. Macau, Austrália, Polónia, Panamá, Índia e Rússia, são exemplos onde a edição decorreu com normalidade, mas China, Hong Kong e nalguns países africanos não chegou sequer a arrancar.

Para já, e no que respeita à final internacional da edição de 2020 a realizar nos próximos meses, não há certeza se será exclusivamente online ou presencial. “O evento deveria ocorrer em Macau mas as autoridades do país não permitem eventos internacionais desta dimensão. Estamos a analisar a possibilidade de a realizar num país europeu, mas ainda não está decidido e definido se será o evento tradicional ou algo misto, com uma semifinal online e apenas as oito equipas finalistas a representar o seu país na final internacional”, refere o CEO da SDG.

O Brasil realizou a sua final este mês e optou por fazê-lo só online. Jarbas Nogueira, organizador deste desafio no país, conta que a pandemia gerou retração das empresas no que respeita a patrocínios e nas universidades, devido à ausência de aulas presencias, registaram-se dificuldades no contacto com os alunos que reduziram as inscrições. Já em Espanha no ano passado quando a pandemia começou a fustigar o país estavam por realizar duas edições regionais e tudo parou durante três meses. “A de Madrid terminou de forma presencial em julho e a da Andaluzia em setembro, online. Em outubro a final nacional realizou-se online”, conta Alejandro Segura, organizador local da competição. Depois de dez anos de ausência, em abril do ano passado arrancou uma edição da prova em Itália, com 34 equipas e a final nacional realizou-se também online.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Fotógrafo/Expresso: Nuno Botelho

 

 

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