Organização quer crescer em equipas no próximo ano

in Expresso, 4 de dezembro de 2021

Legenda da Foto: João Matoso Henriques, CEO da SDG, está empenhado em fazer crescer esta prova em Portugal e no mundo

Mais participantes de empresas e consolidar a presença em alguns mercados fora de Portugal são os objetivos para 2022.

A edição de 2021 do Global Management Challenge arrancou com a abertura das inscrições no início deste ano, numa altura em que Portugal estava confinado, e mesmo assim a competição cativou mais equipas do que no ano anterior. Em 2022, a organização quer crescer em participantes e consolidar a sua posição em mercados internacionais que têm sofrido mais o impacto da pandemia.

“Começámos esta edição em pleno caos, na pior fase da pandemia em Portugal, e mesmo assim participaram 332 equipas, mais do que na edição anterior”, revela João Matoso Henriques, CEO da SDG, empresa que organiza este desafio em parceria com o Expresso. A manter este ritmo de crescimento, acrescenta, “esperamos uma edição de 2022 forte, com mais equipas, em especial de quadros”.

A ajudar a promover o Global Management Challenge em território nacional está o facto de a equipa portuguesa vencedora da edição do ano passado ter vencido a final internacional de 2020, que se realizou em setembro na cidade de Nizhny Novgorod, na Rússia.

“Não é todos os dias que uma equipa vence uma competição nacional de elevado nível e muito menos uma competição internacional. Tanto a equipa vencedora da edição 2020 como até a própria organização em Portugal têm agora responsabilidades acrescidas”, refere João Matoso Henriques. Salienta ainda que “esta equipa de estudantes universitários demonstrou o valor da nossa academia e a qualidade dos nossos estudantes. São excelentes embaixadores do Global Management Challenge e revelam que mesmo sem experiência profissional as equipas podem ser bem-sucedidas até numa final mundial deste nível”. Esta conquista representa ainda, na perspetiva de João Matoso Henriques, uma vitória do talento nacional e espera que “inspire mais quadros e estudantes universitários a inscreverem-se para poderem tirar partido da experiência única que é gerir uma empresa num mercado virtual”.

E se a competição em Portugal teve bons resultados na atual edição, o mesmo não se passou em alguns mercados internacio­nais onde está presente. “Não estamos a contar com a entrada de novos países em 2022, mas até pode acontecer. Estamos mais focados na recuperação de alguns países, que, com a pandemia, tiveram problemas, e em outros, como o Peru e a Colômbia, que entraram este ano e têm tido muitas dificuldades devido à covid-19”, salienta o CEO da SDG. Em sua opinião, o futuro da competição está relacionado “com a sua notoriedade, que está associada à sua qualidade e dimensão, e para isso há que continuar a trabalhar no simulador e na expansão do Global Management Challenge para entrar em mais países e no crescimento nos países onde já está. Há que apostar e investir tempo e recursos nos países com maior potencial de retorno financeiro, que são aqueles que aliam a dimensão ao poder económico”.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Fotógrafo/Expresso: Nuno Fox

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