Ferramenta de aprendizagem na área da gestão

in Expresso, 14 de janeiro de 2022

Legenda da Foto: Frederico Contreiras, da Fidelidade, acredita no potencial formativo desta competição

A Fidelidade tem centrado a sua aposta no Global Management Challenge em equipas de quadros e estudantes.

Um programa que permite testar conhecimentos, treinar competências e trabalhar em equipa é como Frederico Contreiras, responsável pela área de talento e desenvolvimento da Fidelidade, define o Global Management Challenge. Anualmente, a aposta da seguradora na prova tem-se centrado no apoio à participação de equipas de estudantes e quadros.

“A credibilidade e as provas dadas no panorama nacional e internacional dão-nos toda a confiança para incorporar o Global Management Challenge como peça de aprendizagem e crescimento das nossas pessoas”, explica. No que respeita às equipas de quadros, por norma estas integram “elementos de diferentes direções, para promover uma diversidade de visões e complementar cada equipa com diferentes valências, que, em conjunto, trabalham para a solução de cada desafio semanal. É uma aprendizagem que fica com quem participa e enriquece a sua vida profissional”, frisa. Acrescenta ainda que esta iniciativa é um bom veículo para simular processos de tomada de decisão, gestão de informação e liderança.

Já o apoio a estudantes surge no âmbito das relações da seguradora com a comunidade académica. Segundo Frederico Contreiras, a Fidelidade “valoriza perfis que demonstrem iniciativa e capacidade de adaptação e que tragam uma ‘história de vida’ para contar. A participação em iniciativas como esta é mais uma forma de enriquecer conhecimentos e adquirir experiências que são valorizadas na hora de contratar”.

Na competição, as equipas têm de responder a situações imprevistas e resolver problemas.

Neste início de ano, que corresponde a uma nova edição da prova, o responsável pela área de talento aconselha os futuros participantes a “trabalharem em equipa, maximizando as mais-valias de cada um dos seus membros”. Devem ainda estar preparados para o imprevisto.

“Uma das grandes vantagens desta competição é a capacidade que o simulador tem de gerar situações imprevistas e forçar à reação ágil e criativa por parte das equipas. Conseguir trabalhar sob esta imprevisibilidade em ambiente controlado de simulação é uma boa aprendizagem para gerir o contexto cada vez mais ambíguo em que todos temos de viver nestes novos tempos”, finaliza.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Foto: D.R.

Últimas Notícias

Patrocinadores

Apoios

Organização

Contacte-nos

Tem alguma questão? Envie-nos uma mensagem rápida, e respondemos o mais rápido possível.

Não consegue ler? Mude o texto. captcha txt

Insira o texto para pesquisar e pressione Enter

FEUC VFjmh v1