Minsait aposta em equipas de quadros

in Expresso, 20 de Maio de 2022

Durante as semanas de competição, os participantes discutem ideias, tomam decisões e trabalham em equipa.

A Minsait em Portugal está a participar no Global Management Challenge 2022 com quatro equipas internas. Para a empresa, esta competição funciona como uma ação de formação para os seus colaboradores. Já os quadros encaram esta experiência como uma oportunidade de melhorar competências na área da gestão. “O nosso histórico de participação nas edições anteriores foi de equipas mistas, formadas por quadros internos com estudantes, e foram experiências muito enriquecedoras para todos. Este modelo permitia-nos dar continuidade e reforçar a nossa relação com as institui­ções de ensino, no entanto, em 2020, devido à pandemia, avançámos com equipas exclusivamente internas”, revela Vicente Huertas Pardo, CEO da Minsait em Portugal. Uma aposta que continua a manter, já que, acrescenta, “potencia­mos sinergias internas entre perfis distintos e níveis de senio­ridade, permitindo aos juniores terem uma visão mais transversal e alargada do negócio, consolidamos o espírito de equipa e reforçamos o sentido de pertença das nossas pessoas”.

Na perspetiva de Vicente Huer­tas Pardo, o importante nesta competição é “a discussão de ideias para tomar decisões, a comunicação e o trabalho em equipa, fatores-chave na gestão de cada etapa do desafio, e este comportamento é essencial também no nosso dia a dia de trabalho”. Acredita que a experiência profissional pode ser importante para a participação no Global Management Challenge e que a vivência na competição será certamente uma mais-valia para cada um dos participantes e, de forma implícita, para a Minsait.

Conselhos de atuação

A 43ª edição do Global Management Challenge arrancou esta semana com a tomada da primeira das cinco decisões que compõem a primeira volta. Margarida Almeida e Sousa lidera a equipa Minsait Ardni, da qual fazem também parte Gildásia Guerreiro, Jorge Lobo e Diogo Fonseca, com idades entre os 47 e os 26 anos. Conta que, “quando somos expostos a algo de diferente, novo, que nos crie receio de tomar decisões, seguramente é quando geramos valor para as empresas e crescemos como profissionais. Pretendemos com esta competição melhorar a nossa capacidade de gestão e desenvolver destreza na procura de novas estratégias que melhor se adequem às nossas necessidades profissionais”. Salienta ainda que “é uma oportunidade que nos irá sensibilizar para a tomada de decisões de determinadas áreas, que, por sua vez, podem afetar a globalidade de uma empresa, e que esta deverá funcionar de um modo orquestrado”.

Estabelecer novos contactos

Para além da aprendizagem na área da gestão, na opinião de Margarida Almeida e Sousa o Global Management Challenge permite “conhecermos novas pessoas dentro da empresa, bem como novas maneiras de abordar os desafios, visões e modus operandi, já que somos todos de áreas diferentes”. E recomenda a participação neste desafio a quem esteja disposto a aprender, a trabalhar em equipa, a relacionar-se, a gerir o seu tempo e a desenvolver tolerância. “Na realidade, sendo esta uma importante competição mundial, qualquer que seja a experiência prévia, iremos sempre adquirir novos conhecimentos e desenvolver a capacidade de colaboração em equipa”, finaliza.

Nuno Silva, Patrícia Carvalho, João Ramalho e André Filipe, com idades entre os 28 e os 47 anos, formam a equipa Minsait.Gmc.Teamfour. “A participação surgiu como um desafio proposto pela Minsait como forma de melhorarmos as nossas competências nas áreas de abrangência desta prova”, revela Nuno Silva, chefe desta equipa.

Até agora, e apesar de contarem apenas com uma semana de participação, revela este participante que já desenvolveram “competências nas ­áreas de gestão e estratégia, bem como de comunicação, de tomada de decisão e de trabalho em equipa”. A expectativa para as próximas quatro semanas é “obter experiência e conhecimento que será aplicável na atual e na futura participação nos vários projetos em que participamos”, frisa.

Tal como Margarida Almeida e Sousa, também Nuno Silva recomenda a outros quadros a participação nesta competição de estratégia e gestão, organizada pelo Expresso e pela SDG há mais de 40 anos. Acredita que pode ser importante “para quem, no dia a dia, interage em áreas mais técnicas ou tecnológicas e ainda não tem contacto com as tomadas de decisão de uma unidade de negócio, podendo aqui ter uma experiência com um elevado valor na área da gestão”.

Classificação da 1ª decisão: (clique aqui)

Início da primeira etapa
Arrancou esta semana a primeira volta do Global Management Challenge 2022 com 218 equipas, distribuídas por 32 grupos, das quais 179 são formadas por universitários, 36 por quadros e três são mistas. Na tabela em cima estão os resultados alcançados pelas equipas após a tomada da primeira decisão.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Foto: DR

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