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Prova prepara estudantes para o mercado de trabalho

in  Expresso, 12 de Janeiro de 2019

Legenda da foto: Horácio Negrão acompanhado por membros da equipa Caisdavilla/ In Charge e pela professora Carmem Leal

O Caisdavilla apoiou seis equipas na competição e uma delas vai disputar a final nacional em fevereiro. Na edição de 2019 o restaurante vai voltar a apostar em estudantes da UTAD.

O restaurante Caisdavilla conta pela primeira vez com uma equipa numa final nacional, formada por estudantes de gestão da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Horácio Negrão, proprietário do espaço, conta que em 2019 vai continuar a apoiar estudantes, pois acredita que a prova prepara os jovens para o mercado de trabalho.

Localizado em Vila Real, o restaurante Caisdavilla tem a UTAD como vizinha e é daí que vieram as seis equipas que apoiou na edição de 2018. “Em 2019 vamos continuar com este número de formações ou mesmo aumentá-lo. Nesta prova os estudantes aprendem a competir, o que é importante já que a competição faz parte da vida e leva-os a terem novas ideias e a darem o seu melhor”, explica Horácio Negrão. Na sua perspetiva aprendem ainda a planear, algo essencial no mundo empresarial e no contacto com outras equipas criam uma redes de relações que pode ser benéfica para o seu futuro.

Ao dar oportunidade a alunos da UTAD de integrarem a prova Horácio Negrão acredita que está a promover uma zona do interior do país. Acrescenta que “depois de passarem pela competição os estudantes ficam com a ideia do que é uma empresa e de como esta funciona e vão melhor preparados para o mercado de trabalho”.

Para Carmem Leal, diretora do mestrado em gestão da UTAD, “esta é uma competição complexa e abrangente que ajuda os alunos a terem uma visão mais empresarial da gestão, ou seja, não há respostas exatas, há um resultado que pode ser próximo ou afastado da previsão. Ganham ainda capacidades de gestão humana, pois decidir em equipa constitui um maior desafio do que fazê-lo sozinho”.
A Universidade esforça-se para aproximar o ensino à vida real e a prova integra-se nesse âmbito.
O facto de uma equipa ter chegado à final é para Carmem Leal prova da qualidade destes alunos e pode motivar outros a integrar a competição.

Jornalista Expresso: Maribela Freitas

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