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Global Management Challenge atinge 40ª edição

in Expresso, 27 de Abril 2019

O desafio arranca na segunda quinzena de maio e a organização quer atingir ou mesmo ultrapassar as 351 equipas registadas em 2018.

O corrente ano é emblemático para o Global Management Challenge já que completa 40 anos de vida e realiza a sua 40ª edição. Para assinalar os dois marcos a organização juntou no início deste mês, no restaurante Pabe, em Lisboa, as entidades que patrocinam e apoiam esta iniciativa. Para a edição de 2019 que arranca já na segunda quinzena de maio, o Expresso e a SDG querem ainda igualar ou mesmo ultrapassar as 351 equipas que se inscreverem no ano passado.

Em agosto de 1979 o Expresso noticiou o lançamento da primeira edição do Jogo de Gestão que se iria realizar em 1980 e na qual acabaram por participar 124 equipas. Francisco Pinto Balsemão, presidente do grupo Impresa lembrou no almoço de lançamento da edição deste ano que “os 40 anos são um marco e é com muito orgulho que destaco a parceria entre a SDG e a Impresa que se mantém desde o início”. Acrescentou ainda que “juntos temos percorrido um grande caminho que nos trouxe da visão que foi lançar um jogo de gestão num país onde, por virtude das alterações que se haviam dado há cinco anos, não tinha um mercado propriamente dito, no qual a banca, os seguros e até a maioria dos jornais estavam nacionalizados, até um país onde, com as suas dificuldades, a liberdade de propriedade, de empreender e de fazer negócios está assegurada, sobretudo depois da adesão à Europa, pela qual pessoalmente muito pugnei”. Esta competição é para Francisco Pinto Balsemão uma grande iniciativa que já envolveu mais de 600 mil participantes em todo o mundo. “Tem um sentido também didático, de formação e de novas modalidades de educação que é importante salientar”, acrescentou.

E se o lançamento da 40ª edição se deu no restaurante Pabe, há que contar que foi também aqui que há 40 anos Luís Alves Costa, presidente da SDG, reuniu com Francisco Pinto Balsemão, para lançarem esta competição. “Fico espantado com a nossa longevidade. O simulador tem sido melhorado e atualizado e grande parte dos elementos das equipas são jovens universitários e quadros que não participam apenas uma vez. fora de Portugal estamos em quase 40 países e aí o sucesso também tem sido bastante grande”, referiu Luís Alves Costa.

Com o objetivo de não perder o rumo, nem o foco, a organização tem ao longo do tempo submetido o simulador a melhorias ou mesmo renovações totais.
Este ano e em parceria com a Accenture Portugal, entidade que também patrocina a prova, o simulador vai aparecer com uma cara nova, com mudanças ao nível da interação com o utilizador. “será mais fácil de utilizar, mais intuitivo”, referiu Luís Pedro Duarte, vice-presidente da Accenture Portugal, no almoço de lançamento. Na sua opinião “o elemento simulação é eventualmente o que faz melhor a ponte entre o mundo académico e o mundo real. Tem vantagens do ponto de vista técnico e cria espírito de equipa que é um elemento fundamental na gestão do dia a dia”. Ainda a propósito da relação que a sua empresa mantém há décadas com a competição referiu que “temos o privilégio de ser o patrocinador mais antigo e quero salientar a longevidade que tem, a forma como tem sabido reinventar-se, estar sempre atual e de ser fundamental enquanto elemento de formação, não só de universitários, como também de quadros”.

Além da consultora a competição conta com o patrocínio da EDP, Staples Portugal, Intrum, Garantia Mútua, Fidelidade e REN. Tem como apoiantes e TAP Portugal, IAPMEI, IEFP, SIC, IT Sector e a Upp Out. A REN fez-se representar no almoço pelo seu presidente Rodrigo Costa. “Olhamos para o Global Management Challenge como uma ótima iniciativa para treinar jovens no início do seu percurso profissional, para se prepararem para os desafios que vão enfrentar. É um laboratório e dá a oportunidade aos estudantes de perceberem os desafios que vão ter quando começarem a trabalhar”, explicou. Quando aos 40 anos de vida defendeu que a competição “evoluiu muito bem, acompanhou as mudanças da tecnologia, internacionalizou-se e continua a atrair a juventude e as empresas”.

Paulo Macedo, presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), preside também à rede Alumnigmc. “O jogo tornou-se numa instituição e leva as pessoas, tanto as mais velhas como as mais jovens a quererem arriscar, a exporem-se, a jogarem contra outras equipas, a quererem aprender e a terem um ponto de interesse e de observação distinto do seu dia a dia”, salientou no evento. A CGD participa anualmente na prova com dezenas de equipas e uma delas venceu a final nacional de 2018. “Ano após ano há equipas a quererem participar, pessoas que com o mesmo entusiasmo querem arriscar e penso que isso é muito positivo”, finalizou.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Fotografo/Expresso: Nuno Botelho

Veja o Suplemento GMC integral publicado no Expresso: (clique aqui)

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