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	<title>Global Management Challenge &#187; Uncategorized</title>
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	<description>Maior Competição de Estratégia e Gestão do Mundo</description>
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		<title>Competição promove oportunidades de carreira</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2018 10:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Freitas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[GMC]]></category>
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		<description><![CDATA[in Expresso, 29 de Setembro de 2018 Legenda da foto: Seja nas finais nacionais ou internacionais, os participantes criam ligações para a vida Através da participação neste desafio, há quem tenha encontrado um posto de trabalho ou se tenha sentido motivado a criar um negócio O Global Management Challenge é uma competição de estratégia e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Expresso, 29 de Setembro de 2018</p>
<p>Legenda da foto: Seja nas finais nacionais ou internacionais, os participantes criam ligações para a vida</p>
<p><strong>Através da participação neste desafio, há quem tenha encontrado um posto de trabalho ou se tenha sentido motivado a criar um negócio</strong></p>
<p>O Global Management Challenge é uma competição de estratégia e gestão que ao longo dos anos tem permitido, em Portugal e nos 32 países onde está presente, a criação de relações laborais entre participantes e empresas e motivou elementos de equipas a criarem o seu próprio negócio.</p>
<p>Em Portugal algumas empresas que apoiam a inscrição de equipas de estudantes, fazem-no com o intuito de recrutar talento. “Já contratamos quatro alunos através desta iniciativa e conhecemos muitos mais que acreditamos que quer seja no final dos seus cursos ou mais tarde, olham para nós como uma empresa de futuro”, refere Inês Domingues, diretora de recursos humanos da tecnológica IT Sector. Defende que neste tipo de desafios são testadas competências relacionadas com perfis de gestão, como a liderança e adquirem-se conceitos e conhecimentos de economia, marketing, análise de risco, entre outros. “É viver desafios e solucioná-los, com conhecimentos que não vêm nos livros e que nos obrigam a uma demonstração da importância das competências comportamentais no mercado de trabalho”, salienta Inês Domingues.</p>
<p>Outras empresas, como por exemplo a Accenture Portugal, já proporcionaram oportunidades de trabalho a elementos das equipas que apoiaram. E a Konica Minolta Portugal convida os estudantes que apoia a visitarem a sua sede e encoraja-os a encararem-na como uma oportunidade de carreira.</p>
<p>Recuando no tempo José Miguel Pessanha contou em entrevista ao Expresso que em 1981, quando a sua equipa venceu a edição desse ano, a vitória permitiu-lhe um primeiro contacto com o Banco Português do Atlântico, onde passou a trabalhar a partir dessa altura.</p>
<p>Wang Jiancheng é professor de gestão na Sun Yat-sen University e conseguiu este emprego por ter passado pela prova em 2001. “Com a experiência de participar, fui indicado pela universidade após a minha graduação para ser professor e preparar os estudantes que no futuro iriam integrar este desafio”, revela.</p>
<p>Já Liu Linhao, também chinês, participou em 2011 e explica que “através da simulação da vida de uma empresa, construi os alicerces para criar o meu negócio”. É cofundador da WeSharing que providencia serviços para estudantes estrangeiros.</p>
<p><strong>Na prova, além dos conhecimentos técnicos, os participantes estabelecem relações que podem ser decisivas na sua vida profissional</strong></p>
<p>Na Rússia, Ruslan Sagitov integrou a equipa vencedora da final internacional de 2016 e revela que a prova deu-lhe confiança e conhecimentos para criar um negócio. A vitória permitiu-lhe conhecer figuras de sucesso e membros do governo russo, relações que ficam para a vida. O seu compatriota Sergey Ionin, cuja equipa ficou em segundo na final internacional de 2017, trabalha no banco Sberbank. “A competição deu-me duas oportunidades para conseguir um emprego, permitiu-me conhecer a pessoa certa que me ajudou a obter o convite para uma entrevista e ajudou-me com o que me ensinou, nomeadamente a atingir objetivos e a estudar”, salienta.</p>
<p>Noutro ponto do globo, no Quénia, Oliver Maina Muchiri que integrou a edição de 2015 conta que “devido à competição fui admitido no Young African Leadership Initiative. É um programa educativo e os organizadores ficaram impressionados com o trabalho que tinha feito na prova, preenchendo a lacuna entre o conhecimento teórico e a prática que é um problema no meu país”. Lembra que ao ter participado numa final internacional fez amigos em várias partes do globo que ainda hoje o auxiliam na sua vida profissional.</p>
<p>Link para o suplemento completo <a href="http://www.sdg.pt/docs/GMC_2018/SuplementoGMC_29_Setembro_2018.pdf">aqui</a></p>
<p>Jornalista/Expresso: Maribela Freitas</p>
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		<title>Estudantes representam Macau na final internacional</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Feb 2018 10:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Freitas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Legenda da foto: A equipa que vai representar Macau na final surge ladeada na foto pela organização local e internacional da prova. in Expresso, 10 Fevereiro de 2018 O território organiza o Global Management Challenge desde 1996 e neste período já se sagrou duas vezes campeão mundial O Dubai acolhe entre os dias 16 e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Legenda da foto: A equipa que vai representar Macau na final surge ladeada na foto pela organização local e internacional da prova.</p>
<p>in Expresso, 10 Fevereiro de 2018<strong></p>
<p>O território organiza o Global Management Challenge desde 1996 e neste período já se sagrou duas vezes campeão mundial<br />
</strong><br />
O Dubai acolhe entre os dias 16 e 18 de abril, a final internacional da edição de 2017 do Global Management Challenge. Além de Portugal, Macau e Hong Kong já encontraram os seus campeões e vão ser representados respetivamente por estudantes e quadros neste evento. Uma equipa de estudantes da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau vai lutar pelo título de campeão mundial de 2017 desta competição portuguesa de estratégia e gestão.</p>
<p>&#8220;Esperamos que tenham sucesso e obtenham um bom resultado&#8221;, refere Jodie Lam, da Macao Management Association, entidade que organiza a prova tanto em Macau como em Hong Kong. A expectativa quanto ao seu futuro desempenho é grande já que Macau venceu a última final internacional, referente à edição de 2016, que se realizou em Doha, capital do Qatar, tendo esta sido a sua segunda vitória em vinte anos de participação neste desafio.</p>
<p>Já Hong Kong, que disputa a prova também há vinte anos, nunca venceu uma final internacional. Este ano vai tentar a sua sorte com uma equipa de jovens quadros que trabalham na área de investimento.</p>
<p><strong>108 equipas em Hong Kong e 101 em Macau</p>
<p></strong>Na edição de 2017 da competição em Hong Kong participaram 108 equipas e na de Macau, um pouco menos, 101. E nestes territórios predominaram as formações de universitários.</p>
<p>Para Jodie Lam, &#8220;o Global Management Challenge é uma excelente plataforma para que os estudantes entendam as regras pelas quais se rege a gestão de uma empresa e dá-lhes a possibilidade de colocarem em prática os conhecimentos teóricos adquiridos&#8221;. Apesar de as equipas de quadros serem minoritárias, não estão ausentes desta iniciativa. E na opinião de Jodie Lam a competição &#8220;dá a oportunidade aos quadros de treinarem competências e de mostrarem o seu talento em vários aspetos o que por norma não acontece no seu dia a dia laboral. Permite-lhes ainda trocar experiências com trabalhadores de outras áreas e de perceberem melhor as atuais tendências do mundo dos negócios&#8221;. Ciente dos benefícios que esta iniciativa apresenta para os colaboradores de empresas, a organização local quer engrossar a participação deste tipo de equipas tanto em Macau como em Hong Kong em 2018.</p>
<p>Atualmente são mais de 30 os países onde o Global Management Challenge se desenrola, distribuídos pelos continentes africano, americano, europeu e asiático. Nos últimos anos a expansão geográfica da competição incidiu maioritariamente no continente africano e no Médio Oriente.</p>
<p><strong>A Islândia, Índia e Panamá foram as mais recentes entradas e espera-se que ainda este ano realizem a sua primeira edição da prova.</p>
<p></strong>Jornalista Expresso: Maribela Freitas<strong><br />
</strong></p>
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		<title>Presidente do Novo Banco enumera três desafios para a banca</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 13:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente executivo do Novo Banco destacou esta segunda-feira três grandes desafios para a banca nos próximos anos. António Ramalho participou em mais uma edição do Conversas com Sucesso, evento organizado pelos antigos participantes do Global Management Challenge.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://videos.impresa.pt/sicnot/2017-07-17/2258ec1a-6703-40e7-94bb-18eea08f6413_presidente-do-novo-banco-enumera-trc3aas-desafios-para-a-banca/net_wide" width="680" height="382" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O presidente executivo do Novo Banco destacou esta segunda-feira três grandes desafios para a banca nos próximos anos. António Ramalho participou em mais uma edição do Conversas com Sucesso, evento organizado pelos antigos participantes do Global Management Challenge.</p>
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		<title>Estudantes de engenharia competem pelo Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 10:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Freitas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[in Expresso, 4 de Março 2017 Do outro lado do Atlântico existem canais de troca de experiências entre participantes, o que tem contribuído para os bons resultados do país em finais internacionais. A edição de 2016 no Brasil contou com 794 participantes distribuídos por 220 equipas, das quais apenas cinco eram de quadros, sendo as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Expresso, 4 de Março 2017</p>
<p><strong>Do outro lado do Atlântico existem canais de troca de experiências entre participantes, o que tem contribuído para os bons resultados do país em finais internacionais.</strong></p>
<p>A edição de 2016 no Brasil contou com 794 participantes distribuídos por 220 equipas, das quais apenas cinco eram de quadros, sendo as restantes de estudantes. A vitória da final brasileira realizada em Fevereiro, recaiu numa formação de três alunos de engenharia de produção e metalúrgica.</p>
<p>&#8220;Temos dado maior foco aos estudantes por entender que isso vai ao encontro do principal espírito da competição no Brasil que é estimular o aprendizado prático da gestão empresarial entre os jovens&#8221;, explica Marcelo Egéa, organizador da prova no país. Acrescenta que o chefe da equipa vencedora já participou noutras edições e, no conjunto, os três elementos possuem perfis que se complementam. A expectativa é, se possível, repetir a vitória do Brasil obtida pela última vez na edição de 1989. Apesar de não vencer desde essa data, o país tem vindo a melhorar o seu desempenho.</p>
<p>Na edição de 2015 alcançou o terceiro lugar e na de 2013 chegou à quarta posição. Resultados que, na opinião de Marcelo Egéa, se devem ao facto de desde a primeira volta os participantes terem acesso a apoio e canais para troca de experiências e conhecimentos com competidores mais experientes.</p>
<p>&#8220;Temos uma comunidade de entusiastas do Global Management Challenge muito grande, fruto dos seus 36 anos de história por aqui&#8221;, salienta Marcelo Egéa. A obtenção do terceiro lugar mundial de 2015 trouxe também mais visibilidade a esta iniciativa, uma vez que &#8220;houve empresas que nos procuraram em função disso e que quiseram apoiar equipas&#8221;, explica o organizador local.</p>
<p>O Brasil foi o primeiro destino de internacionalização desta iniciativa onde chegou em 1981. O simulador mudou e a prova evoluiu, mas continua a ser, na opinião de Marcelo Egéa, uma ferramenta que testa conceitos, desenvolve o raciocínio lógico, estimula a capacidade de decisão e prepara os jovens para o mercado de trabalho.</p>
<p>Legenda da foto:<br />
Marcelo Egéa com Rafael Ambrósio, Lucas Thevenard e Ludmila Silva (equipa vencedora) e Roberto Cardoso</p>
<p>Jornalista/Expresso: Maribela Freitas</p>
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		<title>Primeira experiência na liderança de empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 10:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Freitas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[in Expresso, 3 de Setembro 2016 A Imagegate e a Generali defendem que o Global Management Challenge é um instrumento formativo no qual os universitários testam capacidades e treinam competências de gestão. Na atual edição da competição tanto a Imagegate como a Generali optaram por apoiar a inscrição de equipas de estudantes. Uma decisão que teve como base contactarem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Expresso, 3 de Setembro 2016</p>
<p>A Imagegate e a Generali defendem que o Global Management Challenge é um instrumento formativo no qual os universitários testam capacidades e treinam competências de gestão.</p>
<p>Na atual edição da competição tanto a Imagegate como a Generali optaram por apoiar a inscrição de equipas de estudantes.</p>
<p>Uma decisão que teve como base contactarem com talento e darem a futuros profissionais a oportunidade de tomarem decisões e liderarem uma empresa.</p>
<p>Maria Lacerda, diretora-geral da consultora de comunicação Imagegate, defende que &#8220;nesta competição os estudantes têm uma oportunidade única de ter a sua primeira experiência profissional, embora fictícia, porque o jogo de gestão está estruturado de uma forma extremamente exigente, rigorosa e quantificável&#8221;.</p>
<p>Entre as competências trabalhadas cita a capacidade de tomar decisões com ferramentas efetivas de estratégia e cálculo, a gestão de negócio com o claro objetivo de criar valor, aliado à capacidade de trabalhar em equipa com prazos definidos.</p>
<p>Maria Lacerda acrescenta ainda que a escolha de equipas de universitários teve como objetivo observar os diferentes comportamentos de relacionamento de trabalho sob pressão e de contactar com os recursos humanos que futuramente vão estar nas empresas.</p>
<p>Às valências já referidas Vasco Sabino, diretor de recursos humanos da seguradora Generali acrescenta &#8220;a capacidade de raciocínio e organização, de identificar e priorizar sobre inúmeras variáveis e de identificar as decisões tomadas e as suas consequências&#8221;. Salienta que iniciativas como esta permitem, num ambiente controlado, criar registos de vivências, decisões, argumentos e análise que podem vir a ser usadas e replicadas noutras situações.</p>
<p>Na prova é ainda trabalhada a assertividade, curiosidade e o trabalho em equipa. Competências que em última análise são diferenciadoras, não opinião de Vasco Sabino, de um bom profissional.</p>
<p>Maribela Freitas</p>
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		<title>Uma simulação de gestão realista e inovadora</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 10:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[in Expresso, 8 de Agosto 2015 A NOS vai estar representada com uma equipa de quadros e outra de estudantes na segunda volta do Global Management Challenge 2015, agendada para o final de Setembro. Uma formação na área da gestão que trabalha o espírito de equipa e coloca os participantes perante a adrenalina de competir, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Expresso, 8 de Agosto 2015</p>
<p><strong>A NOS vai estar representada com uma equipa de quadros e outra de estudantes na segunda volta do Global Management Challenge 2015, agendada para o final de Setembro.</strong></p>
<p>Uma formação na área da gestão que trabalha o espírito de equipa e coloca os participantes perante a adrenalina de competir, é como Luís Moura, diretor de recursos humanos da NOS, define o Global Management Challenge. E são estas características que justificam a participação da empresa na prova, na qual apoiou equipas de quadros e de estudantes. &#8220;Esta é uma formação diferente, que testa conhecimentos e cria relações entre os participantes, o que é importante para uma empresa como a nossa&#8221;, explica Luís Moura. Acredita que quem integra este desafio não fica indiferente ao espírito competitivo que ele motiva e está ainda a participar numa prova internacional, presente em mais de 30 países. Para o diretor de recursos humanos da NOS, &#8220;a atualidade do simulador que cria situações diferentes todos os anos&#8221;, é mais um ponto a favor desta iniciativa portuguesa.</p>
<p>Pedro Figueiredo lidera a equipa de quadros NOS/Porto, que vai estar presente na segunda volta. A formação que chefia já atingiu o segundo lugar numa final nacional e para esta edição a ambição é ficar em primeiro lugar. Numa avaliação ao Global Management Challenge, afirma que &#8220;a aprendizagem tem sido bastante gratificante ao longo das várias etapas, pois coloca-nos sistematicamente em alerta, colocando à prova as nossas capacidades e conhecimentos&#8221;. Obriga ainda os participantes a pensarem &#8220;fora da caixa&#8221; e a criarem métodos alternativos para ganharem vantagem competitiva perante os outros competidores.</p>
<p>Já Pedro Augusto, da formação de estudantes NOS/Le Blanc que também vai estar na segunda volta, revela que &#8220;a participação na competição permitiu-nos adquirir novas competências na área da gestão, finanças, recursos humanos e trabalho de equipa&#8221;. Mas mais importante que isso é, na sua opinião, terem tido a oportunidade de adquirir uma visão prática da teoria aprendida na universidade.</p>
<p>Jornalista: Maribela Freitas<br />
Foto: Lucília Monteiro<br />
Legenda da foto: Micael Cardoso, Luciana Cortez e Pedro Figueiredo, da NOS/Porto, com Luís Moura, diretor de RH da NOS.</p>
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		<title>Pôr desempregados na montra</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2015 11:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[in Exame, Agosto 2015 Pelo segundo ano consecutivo a Randstad e o IEFP deram a oportunidade a desempregados de enriquecerem o seu currículo através da participação no Global Management Challenge. O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a multinacional de recrutamento Randstad convidaram novamente este ano desempregados com licenciaturas inscritos no IEFP a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Exame, Agosto 2015</p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo a Randstad e o IEFP deram a oportunidade a desempregados de enriquecerem o seu currículo através da participação no Global Management Challenge.</p>
<p>O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a multinacional de recrutamento Randstad convidaram novamente este ano desempregados com licenciaturas inscritos no IEFP a formarem equipas para participarem no Global Management Challenge.<br />
Ao todo, apoiaram a constituição de 19 equipas, no total de 85 pessoas, depois de na edição de 2014 terem apoiado 13 (o equivalente a 61 participantes). O objetivo é promover a empregabilidade desta população, proporcionando-lhe a participação numa competição de estratégia e gestão. Para os elementos das equipas, integrar esta iniciativa portuguesa, criada pelo Expresso e pela SDG – Simuladores e Modelos de Gestão, é uma forma de se manterem ativos, de saírem da sua zona de conforto, de obterem uma nova valência curricular, aumentarem ou treinarem competências e tornarem-se mais visíveis para o mercado de trabalho&#8230;</p>
<p>Veja mais no artigo publicado na revista Exame: (<a href="http://www.sdg.pt/docs/GMC_2015/Artigo_Exame_Agosto_2015.pdf" target="_blank">clique aqui</a>)</p>
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		<title>A importância de uma boa estratégia</title>
		<link>http://globalmanagementchallenge.pt/site/uncategorized/a-importancia-de-uma-boa-estrategia/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2015 11:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[in Expresso, 4 de Julho 2015 A Infraestruturas de Portugal encara a competição como uma ação de formação para os seus quadros. A primeira volta do Global Management Challenge terminou no final de junho e são já conhecidas as 64 equipas que vão continuar em prova. A Infraestruturas de Portugal (IP) vai estar representada na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Expresso, 4 de Julho 2015<br />
<strong><br />
A Infraestruturas de Portugal encara a competição como uma ação de formação para os seus quadros.</strong></p>
<p>A primeira volta do Global Management Challenge terminou no final de junho e são já conhecidas as 64 equipas que vão continuar em prova. A Infraestruturas de Portugal (IP) vai estar representada na próxima etapa com uma formação de quadros. Para a empresa esta iniciativa é encarada como uma ação formativa que desenvolve competências de gestão e promove o trabalho de equipa.</p>
<p>A IP Team que vai estar a disputar a segunda volta da prova, agendada para Setembro, é formada por quadros da Refer e da Estradas de Portugal, as duas estruturas que se fundiram e deram origem em Junho à IP. António Ramalho, presidente da IP, explica que &#8220;as equipas que inscrevemos na prova tiveram todas estas características.</p>
<p>Quisemos aproveitar o facto de estarmos num processo de fusão para criar mais espírito de grupo&#8221;. A participação no Global Management Challenge é encarada por António Ramalho como uma formação que obriga os seus quadros a trabalharem sobre diversas áreas de uma empresa e nesse sentido, desenvolvem competências de gestão. &#8220;É uma formação simulada e por ser feita em ambiente competitivo, aproxima-se muito da realidade&#8221;, salienta.</p>
<p><strong>Aprendizagens</strong><br />
Diogo Monteiro, chefe da IP Team conta que &#8220;apesar de estarmos perante um simulador de gestão, encarámos sempre a nossa empresa como real. Desde o início que definimos a nossa estratégia e ao longo das cinco semanas tomámos as decisões de acordo com o comportamento do mercado e os resultados da empresa, ajustadas aos principais vetores estratégicos que definimos inicialmente e que nos orientaram no decorrer da primeira volta&#8221;. Efetuaram ainda um rigoroso controlo de custos e geriram os recursos com o objetivo de maximizar os resultados e remunerar adequadamente os acionistas. Foi esta forma de agir que garantiu a sua presença na segunda volta. &#8220;Ao longo destas cinco decisões aprendemos o quanto é importante a definição de uma estratégia. Foi também importante a existência de uma equipa coesa em que o debate de opiniões foi constante&#8221;, salienta Diogo Monteiro. Em jeito de balanço os cinco elementos da equipa referem que, neste processo, reconheceram ainda a importância de todos os pormenores numa organização, dado que uma decisão numa área tem influência noutra, desde os recursos humanos à área financeira.</p>
<p>Maribela Freitas<br />
Foto: Tiago Miranda<br />
Miguel Barata e Helena Picão com António Ramalho (Presidente da IP) e os colegas de equipa Diogo Monteiro, Teresa Gonçalves e Nuno Santos</p>
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		<title>Desenvolver saberes no domínio da gestão</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 10:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Newsletter Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[in Expresso, 30 de Maio 2015 A prova estimula os quadros dos CTT a lidarem com novos desafios. Os CTT-Correios de Portugal contam com a presença de cinco equipas de quadros na atual edição do Global Management Challenge, formadas por colaboradores seniores e juniores. O objetivo é que os quadros desenvolvam competências ao participarem nesta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Expresso, 30 de Maio 2015</p>
<p><strong>A prova estimula os quadros dos CTT a lidarem com novos desafios.</strong></p>
<p>Os CTT-Correios de Portugal contam com a presença de cinco equipas de quadros na atual edição do Global Management Challenge, formadas por colaboradores seniores e juniores. O objetivo é que os quadros desenvolvam competências ao participarem nesta competição de gestão e ao mesmo tempo troquem entre si experiências laborais e saberes que permitam novas aprendizagens e promovam o trabalho de equipa.</p>
<p>Alargar horizontes e a profundidade de análise prévia à tomada de decisão, enriquecer a forma como olham para os mercados e lançamento de novos produtos e serviços, ponderar e atuar sobre os fatores de competitividade e agir com foco na rentabilidade, são algumas das aprendizagens que Francisco Lacerda, presidente do CTT, espera que os seus colaboradores retirem da participação na competição. Este ano a empresa optou por integrar nas equipas de quadros colaboradores seniores e juniores, o que estimula a partilha de conhecimentos académicos e profissionais.</p>
<p>Francisco Lacerda defende que &#8220;a prova ajuda a lidar com múltiplas variáveis e a desenvolver competências nos vários domínios da gestão. Constitui ainda uma oportunidade para experimentar o modo como funcionam as empresas e o mundo dos negócios&#8221;.</p>
<p><strong>Pensar &#8220;fora da caixa&#8221;</strong></p>
<p>A opinião de Francisco Lacerda é partilhada por Joana Mota. Esta participante do Global Management Challenge 2015 tem 30 anos, trabalha há mais de quatro anos e meio nos CTT e considera que &#8220;este desafio permite simular num ambiente controlado um conjunto alargado de situações do universo empresarial e tomar decisões que acarretam resultados práticos, ao mesmo tempo que se convive com colegas de diferentes áreas de formação e com distintas perspetivas sobre o mesmo tema&#8221;.</p>
<p>Na perspetiva de Joana Mota um dos pontos mais positivos de ter colegas com maior e menor experiência numa mesma equipa é que os mais experientes têm maior sensibilidade em relação a alguns aspetos, como por exemplo as questões mais operacionais. Em contrapartida &#8220;os mais jovens e com menos experiência têm normalmente ideias &#8216;fora da caixa&#8217; o que pode levar a decisões com algum grau de risco ou inovação, mas balanceadas com o saber de quem já conhece bem a realidade empresarial&#8221;, frisa.</p>
<p>Participar na competição é ainda enriquecedor, do seu ponto de vista, no que respeita ao trabalho em equipa. Com 57 anos de idade, Luís Moreira Correia trabalha há 28 anos nos CTT e integrar o Global Management Challenge é para si &#8220;conhecer outras realidades e viver de modo virtual uma realidade diferente do dia a dia&#8221;. Nesta dicotomia entre colegas com maior e menor experiência laboral refere que &#8220;transmito&#8211;lhes as situações de sucesso e insucesso que fui vivendo ao longo da minha colaboração com esta empresa&#8221;. Quanto à competição em si, revela que lhe tem ensinado como é difícil gerir uma empresa, em que cada secção tem de saber o que fazer e perceber a sua importância na cadeia de valor da organização. Por último e não menos importante acredita que &#8220;o sucesso da competição depende muito do espírito de equipa que se consegue criar, da partilha dos problemas identificados e das soluções encontradas&#8221;.</p>
<p>Além das equipas de quadros, os CTT apoiam ainda na atual edição da competição, três formações de estudantes e uma mista, ou seja, que inclui quadros e estudantes.</p>
<p><strong>Um complemento à formação académica</strong></p>
<p><strong>A participação de Renato Oliveira na prova remonta a 1994 e conta que foi uma experiência que lhe permitiu saber mais sobre economia e gestão.</strong></p>
<p>Renato Oliveira é sócio-fundador e CEO da IT Sector, uma empresa que opera na área das tecnologias de informação.</p>
<p>Licenciado em informática e matemáticas aplicadas, revela que a sua passagem por esta iniciativa ocorreu quatro anos após ter terminado os estudos e veio complementar a sua formação com conhecimentos da área da economia e gestão.</p>
<p>Passaram mais de vinte anos desde que Renato Oliveira integrou o Global Management Challenge. Desde essa altura até agora a competição mudou, mas para este antigo participante continua a ser &#8220;um excelente complemento da formação académica e um método diferente de pensar a gestão, através de um simulador que tem evoluído ao longo dos anos com sucesso internacional&#8221;.</p>
<p>Da competição em si o CEO da IT Sector recorda que a sua equipa passou à segunda volta, embora com alguns sobressaltos.</p>
<p>É que numa noite, depois de muitas horas de intensivo trabalho de equipa a projetar cenários possíveis, no dia seguinte, e quando ligaram o computador onde tinham gravado os planos efetuados, este tinha avariado. &#8220;Foram mais 24 horas de trabalho, mas agora a utilizar dois computadores&#8221;, refere.</p>
<p>Da experiência vivida ficou-lhe também a lembrança do intercâmbio de conhecimentos entre os os elementos da sua equipa, bem como o espírito de partilha de informação e convívio com as outras formações que integravam o Global Management Challenge. &#8220;Tecnicamente foi o aprofundar de conhecimentos numa área fundamental que é a gestão e a economia&#8221;, frisa.</p>
<p><strong>A importância da gestão</strong></p>
<p>Atualmente e no seu trabalho diário, Renato Oliveira é responsável na IT Sector por centenas de colaboradores na área de software. Acredita que para quem trabalha em tecnologias de informação é importante ter conhecimentos de economia e gestão e neste campo a competição pode auxiliar. &#8220;Nesta área é necessário que qualquer gestor de projeto conheça os fundamentos da gestão económica de projetos, planeamentos, gestão de equipas, análise de riscos e muitas outras disciplinas associadas. As simulações e ensaios são fundamentais nas previsões económicas e estratégicas e o sucesso dos projetos está indexado à excelência técnica e a uma gestão económica e financeira muito eficaz&#8221;, comenta.</p>
<p>Tendo em conta a sua vivência na prova, este antigo participante aconselha as equipas que estão a participar na edição de 2015 do Global Management Challenge a evitarem as decisões de impulso e a planearem bem antes de tomarem a decisão final. Lembra ainda que para ter sucesso na competição, tal como na vida, é preciso trabalhar muito,e neste caso específico, aprender com quem já integrou esta iniciativa.</p>
<p>Veja o artigo publicado no Expresso: (<a href="http://www.sdg.pt/docs/GMC_2015/Artigo_30_Maio_2015.pdf" target="_blank">clique aqui</a>)</p>
<p>Maribela Freitas</p>
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		<title>Prova de gestão inicia em maio a sua 36ª edição</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2015 15:36:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[in Expresso, 11 de Abril 2015 A IT Sector é a mais recente empresa a entrar para o grupo de apoiantes desta competição criada pelo Expresso e a SDG e que já envolveu 500 mil pessoas em todo o mundo. O Expresso e a SDG juntaram esta semana em Lisboa, no almoço de lançamento da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>in Expresso, 11 de Abril 2015</p>
<p><strong>A IT Sector é a mais recente empresa a entrar para o grupo de apoiantes desta competição criada pelo Expresso e a SDG e que já envolveu 500 mil pessoas em todo o mundo.</strong></p>
<p>O Expresso e a SDG juntaram esta semana em Lisboa, no almoço de lançamento da 36ª edição do Global Management Challenge, o grupo de empresas que patrocinam e apoiam esta competição.</p>
<p>Francisco Pinto Balsemão, presidente do Grupo Impresa, referiu no evento que esta iniciativa, cuja primeira edição foi realizada em Portugal em 1980, &#8220;continua a manter a liderança mundial neste tipo de competições de estratégia e gestão e já envolveu desde o seu lançamento mais de 500 mil participantes a nível internacional&#8221;.</p>
<p>É que este desafio português internacionalizou-se em 1981 e está presente atualmente em mais de 30 países.</p>
<p>Desde a sua criação até agora, um dos objetivos do Global Management Challenge tem sido a modernização constante do seu simulador. Há dois anos a organização lançou uma nova versão que introduziu novas decisões e veio tornar a prova mais complexa. &#8220;Nesta edição de 2015 pretendemos consolidar esta nova versão que pensamos assumiu um interesse crescente junto dos participantes&#8221;, salientou o presidente do Grupo Impresa.</p>
<p>A edição de 2015 que começa em maio conta com um novo apoiante, a IT Sector. José Jorge Ferreira e Renato Oliveira administradores da empresa, estiveram presente no almoço de lançamento. Explicaram que este apoio surge numa altura em que a empresa está a crescer e acreditam neste desafio que aproxima as empresas do mundo académico. Vão apoiar equipas mistas, que misturam estudantes e quadros. &#8220;Queremos dar a conhecer a nossa empresa e recrutar novos recursos&#8221;, contou José Jorge Ferreira. Já Renato Oliveira participou há alguns anos neste evento e dessa experiência ficou-lhe a aprendizagem obtida e o trabalho de equipa realizado.</p>
<p>As inscrições para a prova estão abertas até ao final do mês. Para mais informações contactar a SDG-Simuladores e Modelos de Gestão (tel. 213 157 618). Pode ainda consultar o site <a href="http://www.worldgmc.com">www.worldgmc.com</a>.</p>
<p>Maribela Freitas</p>
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