Preparar líderes para o futuro

in Expresso, 19 de setembro de 2020

Legenda da Foto: Jorge Gomes, Mariana Martins e Ricardo Alves, da equipa quatro, vão integrar a competição nacional

Na gestão de uma empresa, mesmo que virtual, os estudantes têm de tomar decisões e de saber lidar com o resultado obtido.

Alunos do mestrado de Gestão Internacional do ISCTE testaram em equipa uma versão mais antiga do Global Management Challenge. Vão ter agora a oportunidade de participar na 2ª edição da primeira volta da prova nacional, que arranca em novembro. A experiência que decorreu este mês envolveu mais de 20 alunos de diversas nacionalidades e funcionou como uma competição interna. Está enquadrada na cadeira de Desenvolvimento da Liderança, Processos de Decisão e Negociação do mestrado em Gestão de Recursos Humanos e Consultadoria Organizacional do ISCTE, que é optativa para os mestrados em Gestão e Gestão Internacional.

Ana Margarida Passos, coordenadora da disciplina, explica que esta aborda o desenvolvimento dos líderes e da liderança, que é um dos aspetos chave para o sucesso das organizações. “O desenvolvimento da liderança é mais eficaz com a utilização de estudos de caso ou simuladores de gestão. Este simulador é extremamente realista e, além de estimular a aplicação do conhecimento teórico adquirido na formação académica, permite aos alunos perceber a complexidade da tomada de decisão, a implicação das decisões ao longo do tempo, trabalhar em equipa e gerir essa mesma equipa.”

Para Álvaro Rosa, coordenador do mestrado em Gestão Internacional, a cadeira e a competição requerem que os participantes apliquem “os conhecimentos adquiridos e trabalhem em grupo e sob pressão. O somatório destes vetores conduz a um processo de crescimento muito interessante no indivíduo, na dinâmica de grupo e na liderança”.

Jorge Gomes, Mariana Martins e Ricardo Alves formam a equipa quatro, que venceu esta experiência, e vão integrar a prova nacional. “A tomada de decisão, aliada à gestão do pouco tempo para o fazer, permitiu-nos desenvolver uma capacidade de trabalho em equipa única. Num ambiente controlado, pudemos analisar problemas, pensar em soluções, colocá-las em prática e receber feedback das nossas ações, o que permitiu confrontarmo-nos com os impactos das decisões, o que nem sempre é possível em sala de aulas”, explica Jorge Gomes.

Já Mariana Martins acredita que a prova nacional seja mais competitiva: “Esperamos que o nível de análise e as decisões tenham de ser mais escrutinadas e incisivas.” E o colega Ricardo Alves acrescenta que “o GMC é um momento de aprendizagem diferente do que tipicamente encontramos nas aulas. Através deste exercício controlado temos a expectativa de adquirir competências para desenvolver em contexto profissional”.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Foto: D.R.

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