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Organização quer crescer em número de equipas e países

in Expresso, 6 de Janeiro de 2018

Legenda: João Matoso Henriques, CEO da SDG, quer engrossar a rede internacional da prova

Estão abertas as inscrições para a edição de 2018 da competição e o objetivo do Expresso e da SDG é ultrapassar as 310 formações que participaram no ano passado.

A primeira edição do Global Management Challenge realizou-se em 1980 e em maio, iniciar-se-á a 39ª. O Expresso e a SDG, organizadores desta iniciativa, querem este ano ultrapassar as 310 equipas que participaram em 2017 e cativar novos países além dos 32 que já desenvolvem esta competição. “A nossa estratégia visa sempre o crescimento sustentado e independentemente do número de equipas inscritas no ano anterior, o nosso objetivo no ano seguinte é ter um número superior de formações a competir”, explica João Matoso Henriques, CEO da SDG.

Inscrições abertas

E para que mais equipas participem a SDG aposta forte na comunicação com as universidades e empresas, para garantir um maior número, ano após ano. Quadros e estudantes que queiram integrar esta nova edição, já podem organizar e inscrever as suas equipas. A componente internacional é outra aposta forte desta competição. Atualmente são 32 os países onde se desenrola, mas o objetivo da organização é engrossar este número. “O ano de 2017 foi marcado por alterações na nossa rede internacional, perdemos Marrocos, temos novos parceiros na Costa do Marfim, Camarões, Senegal, República Checa e Eslováquia e entraram pela primeira vez a Índia, Islândia e Panamá”, conta o CEO da SDG. No entanto, a organização está sempre atenta a novas oportunidades e parcerias. Estados Unidos da América, Inglaterra, Alemanha, África do Sul, Moçambique, Japão, Singapura e Indonésia, são alguns dos países, onde segundo João Matoso Henriques, estão a ser feitos contactos e que poderão em breve vir a desenvolver esta competição portuguesa de estratégia e gestão

600 mil participantes

“As entradas de novos países são fundamentais para garantir um crescimento estável, pois é normal que também se verifiquem saídas, dado que há sempre acontecimentos a nível mundial que são incontroláveis. Sempre que novos países se juntam a nós é um sinal de vitalidade e prosperidade do Global Management Challenge”, acrescenta.

Na direção-geral da SDG há quase dois anos, João Matoso Henriques conta que tem sido um desafio gerir uma PME espalhada por 32 países. Na sua opinião esta prova por onde já passaram mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, “é uma experiência inovadora que gera grande competitividade e que permite, ao gerir uma empresa e em ambiente controlado, desenvolver competências de estratégia e gestão em quem nela participa”.

Jornalista Expresso: Maribela Freitas
Fotógrafo Expresso: Nuno Botelho

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