Enfrentar situações reais de gestão

in Expresso, 29 de agosto de 2020

Legenda da Foto: A Fujitsu Portugal contou com uma equipa na final nacional de 2019 da competição

Na competição, os estudantes são confrontados com desafios e resolução de problemas que irão encontrar no mercado de trabalho.

Uma preparação para a vida profissional é como a Fujitsu Portugal encara a participação de estudantes no Global Management Challenge. Na primeira edição da primeira volta da prova, a multinacional apoiou dez equipas de universitários e duas vão competir na segunda volta que arranca no final do ano.

Para Susana Soares, diretora de marketing da Fujitsu Portugal, “o Global Management Challenge potencia as competências de gestão e agilidade que os jovens estudantes devem apreender, antes mesmo de abraçarem o mercado de trabalho. Prepara-os para situa­ções reais, simulando alguns cenários exigentes de gestão, aplicáveis aos mais diversos sectores de atividade”.

Na competição, a multinacional aposta em equipas de estudantes, com o intuito de aumentar as suas capacidades de recrutamento. Acrescenta Susana Soares que nesta iniciativa treina-se o trabalho em equipa, a capacidade de antever problemas ou saber ler e interpretar dados de múltiplas plataformas, competências que tornarão os quadros mais competitivos e perspicazes quando tiverem de tomar decisões.

O Global Management Challenge permite aos estudantes perceberem como se gere uma empresa.

A Fujitsu/Engemati, formada por alunos de matemática aplicada e engenharia da energia e ambiente, garantiu já a sua presença na segunda volta. “A curiosidade sobre a gestão levou-nos a participar nesta prova. O facto de a aprendizagem ser feita através dum simulador, em que as nossas decisões têm impacto nas decisões seguintes de todas as equipas do grupo, tornou este projeto numa forma apelativa de entrar em contacto com a área”, conta Henrique Santos, líder da equipa.

Além de aprenderem a gerir melhor o tempo, acrescenta que na primeira volta “percebemos que o objetivo principal de uma empresa não é ter grande poder monetário, mas sim a criação constante de riqueza através do valor acrescentado. Num futuro profissional, esta forma de pensar vai ser útil, pois ensinou-nos que não podemos ter medo de investir, mas temos de pesar os prós e os contras de cada investimento para obter os resultados pretendidos”.

Maria Inês Neves, chefe da equipa de estudantes Fujitsu/Wip, formada por cinco elementos de economia, gestão, medicina e engenharia física tecnológica, explica que “vimos esta iniciativa como uma pequena introdução ao mercado de trabalho, não só pela aproximação à realidade por meio do simulador, mas também pelo contacto com as diversas empresas envolvidas. Acreditamos que esta ligação ao mundo empresarial é fundamental para o nosso começo de carreira e poderá trazer-nos inúmeros proveitos”. Ao longo das semanas de prova aprenderam “técnicas de gestão e implementação em realidades concretas. Retiramos desta experiência o verdadeiro significado de trabalhar em equipa e de a saber ajustar às diversas situações”, finaliza.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Foto: D.R.

Últimas Notícias

Patrocinadores

Apoios

Organização

Contacte-nos

Tem alguma questão? Envie-nos uma mensagem rápida, e respondemos o mais rápido possível.

Não consegue ler? Mude o texto. captcha txt

Insira o texto para pesquisar e pressione Enter

fidelidade7 SET 2020