Chegar à final nacional e vencer

in Expresso, 18 de julho de 2020
Foto: D.R.

Quatro equipas que vão disputar a segunda volta explicam o que aprenderam e quais os seus objetivos para esta edição

Estudantes e quadros encaram a participação no Global Management Challenge como uma experiência formativa na área da gestão. Quatro equipas com presença já garantida na segunda volta revelam que querem chegar o mais longe possível e vencer esta 41ª edição.

“Vemos esta competição como uma oportunidade de aprender e explorar uma área com a qual não estávamos muito familiarizados”, explica Mariana Nunes, líder da equipa Claranet/Papaya, formada por quatro alunos de engenharia informática e de computadores. Acrescenta que “a prova permite-nos aprender mais do que fórmulas e conceitos dos livros. Temos aqui uma envolvência prática simulada que nos sensibiliza para o que implica gerir, como existem tantos parâmetros simultaneamente em jogo e como fazer uma conjugação positiva de todos para alcançar uma meta”. Quer agora ver até onde podem chegar neste desafio.

Para Luiz Oliveira, chefe da equipa de quadros Fidelidade/212 To Macao, sonhar não custa e a ambição é vencer a final nacional e representar Portugal na fase mundial, agendada para abril de 2021, em Macau. “Sabíamos que esta prova seria uma ótima oportunidade de aprendizagem, uma forma de alargarmos a nossa visão de negócio tomando decisões nas diversas áreas de uma empresa e analisando os impactos das mesmas nos resultados globais”, refere Luiz Oliveira. Conta ainda que cada elemento teve a oportunidade de aprender um pouco mais sobre diversos assuntos e alargar a sua visão de negócio.

Aprender com o outros

E se para os quadros a prova dá uma nova visão de uma empresa, para os estudantes é um primeiro contacto com o mundo real. “É um contacto privilegiado com a realidade empresarial e foi uma ótima oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos em contexto académico e observar o seu impacto. À parte da estratégia, aprendemos os mecanismos necessários na gestão de uma empresa e alguns dos principais obstáculos que podem existir”, explica Francisco Monteiro, líder da equipa CGD/MathFCUL, formada por cinco estudantes de matemática aplicada.

Já os cinco elementos da equipa Siemens Logistics são estreantes na competição. Luiz Oliveira, o líder, conta que “esta segunda etapa trará ainda mais dificuldade, mas também vamos confiantes de que temos potencial para só pararmos em Macau, de preferência com o ‘título’. Apesar da ambição, temos noção de que o principal ganho que a prova nos traz é poder aprender a cada tomada de decisão”. Nesta primeira volta revela que o grande desafio foi interpretar a estratégia dos concorrentes. Tinham uma estratégia interna bem delineada, na qual acreditavam e que no fim deu frutos.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas

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