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Um jogo que é também formação

in Expresso, 3 de Junho 2017

Legenda: Rui Castelo, Cátia Ferreira e André Rodrigues com o diretor de Recursos Humanos, Armando Cangueiro, e os colegas de equipas Cetelem Carla Teixeira e João Paulino.

O Cetelem estreia-se no GMC com a participação de 25 colaboradores distribuídos por cinco equipas.

Cinco equipas com cinco elementos cada, repartidos entre os escritórios de Lisboa e Porto e abarcando diversas funções e departamentos, é a aposta do Cetelem para esta sua primeira participação no Global Management Challenge. A expectativa é que ao passarem por esta iniciativa os colaboradores fiquem mais bem preparados para enfrentarem os desafios diários, com ferramentas e conhecimentos que lhes permitam tomar as melhores decisões, tendo em consideração diferentes contextos. Para os quadros que integram a prova é uma oportunidade de saberem mais sobre estratégia e gestão.

“Pretendemos desenvolver o potencial de todos os que trabalham no Cetelem, independentemente da área. Lançámos o convite aos colaboradores que integram o programa de talento para participarem nesta iniciativa e a adesão foi fantástica”, explica Armando Cangueiro, diretor de Recursos Humanos do Cetelem. Os 25 colaboradores envolvidos na atual edição da prova têm ainda pela frente mais três semanas de competição. No final deste processo competitivo, Armando Cangueiro espera que saiam desta experiência mais ricos e com mais competências para enfrentarem o trabalho diário. Dentro das aprendizagens que podem obter destaca a capacidade de análise e de adaptação e o trabalhar cada vez melhor em equipa, aspetos que terão impacto no seu dia a dia. “Para alguns, o que aprenderem nesta e noutras iniciativas serão também experiências fundamentais para as próximas etapas nas suas carreiras”, salienta.

Aprender com os erros
E para que os seus quadros retirem o melhor partido da competição e tenham sucesso, o diretor de Recursos Humanos recomenda que “sejam confiantes, empreendedores, inovadores e autênticos, pensem de forma diferente e saibam equilibrar a ambição e a ponderação de riscos na tomada de decisão”. Quanto aos erros que decerto vão cometer e que fazem parte de qualquer processo de aprendizagem, espera que os encarem com naturalidade e como uma lição para o futuro. É que, na prática e em todas as suas vertentes, “o Global Management Challenge é uma excelente ferramenta de aprendizagem e de convívio, que estimula a análise crítica e desenvolve o espírito de equipa”.

Carla Teixeira integra a equipa TimetobeCetelem. Conta que foi a vontade de competir, discutir ideias em torno de um objetivo comum e criar uma estratégia de sucesso que a fez, juntamente com os seus colegas de equipa, fazer parte desta iniciativa. Depois de tomadas duas das cinco decisões da primeira volta, explica que até agora “aprendemos a ter uma visão integrada da gestão de uma empresa, coordenando contribuições de áreas tão diferentes como Recursos Humanos, Produção e Marketing.

Constatámos que a geração de ideias é, por natureza, uma excelente plataforma para encontrarmos um caminho para a criação de uma estratégia.” Para o trabalho diário leva a noção de que uma decisão de gestão deve ser tomada com base em factos e não só através da intuição e obriga-os a saberem o que querem com a decisão que tomam e quais os resultados possíveis. A gestão de agendas e o tempo dedicado à análise e discussão das decisões têm sido as principais dificuldades encontradas neste processo, bem como a conjugação de agendas, uma vez que os seus colegas de equipa são de áreas e departamentos variados. A confiança que têm no todo e a visão comum da estratégia têm sido fundamentais para contornar estes problemas.

Sair da zona de conforto
Testar decisões em contextos diferentes dos habituais foi o móbil para a participação de João Paulino, chefe da equipa Cetelem Famous 5 e dos colegas que a integram. Acrescenta que “no nosso dia a dia a tomada de decisão é constante, logo este desafio serve de treino para melhorar a capacidade de diálogo em momentos de pressão, onde as decisões têm de ser tomadas entre vários gestores, por vezes de áreas de atuação diferentes dentro da empresa, tal como acontece no Global Management Challenge”. A equipa que lidera está dividida entre o Porto e Lisboa e também aqui se coloca o problema de conciliar agendas.

Ao trabalharem numa empresa especializada na concessão de crédito a particulares, não estão familiarizados com questões de compra de matéria-prima e de armazenamento com que têm de lidar na prova. Contratempos que vão resolvendo cooperando entre si.
Ambicioso quanto ao resultado que espera atingir nesta iniciativa, João Paulino refere que “esperamos chegar à final com treino suficiente para antecipar variáveis influenciadoras das decisões que nos podem levar à vitória”.

Classificação após a 2ª decisão – 1ª volta
1ª EDIÇÃO
(Consulte o PDF) clique aqui

MUDANÇA NAS LIDERANÇAS
As 240 equipas em competição tomaram esta semana a segunda decisão da 1ª edição da 1ª volta do Global Management Challenge 2017. Como resultado e no total dos 30 grupos, 17 têm novas equipas na sua liderança. Uma prova de que as equipas lutam afincadamente pela posição cimeira para assim garantirem a passagem à 2ª volta. A Intrum Justitia, Staples e IT Sector são as empresas com mais equipas na chefia de grupos, com quatro cada.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Fotógrafo/Expresso: Luis Barra

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