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Motivar quadros a participar na prova

Legenda: Sofia Frade, Marísia Giorgi e Vítor Batista, quadros da EDP, integraram edições anteriores da competição e partilham com os atuais participantes a sua experiência

In Expresso, 17 de junho 2017

Colaboradores da EDP contam o que aprenderam e os segredos para ter sucesso neste desafio de gestão

A EDP é uma das entidades que anualmente patrocina e apoia equipas no Global Managemente Challenge (GMC) e este ano não é exceção. Para motivar e auxiliar os colaboradores que integram as suas equipas, a empresa realizou um vídeo onde Sofia Frade, Vítor Batista e Marísia Giorgi, antigos participantes e quadros da companhia elétrica, partilham a sua experiência e dão conselhos de atuação.

Motivar quem está a competir e apelar a futuras participações, falado do impacto que a prova teve na sua vida profissional é, segundo Marísia Giorgi, diretora adjunta de recursos humanos da EDP e alumnigmc, o objetivo do vídeo realizado e cuja elaboração o Expresso acompanhou. “Uma das perguntas que fazemos é ‘se voltasses atrás na competição o que farias diferente’ e com isto também queremos dar conselhos a quem vier a seguir”, conta.

Anualmente, a EDP apoia a participação na competição de equipas de estudantes, quadros e mistas (incluem estudantes e quadros). A ideia é “desenvolver competências de gestão que os colaboradores possam utilizar no seu dia a dia. Nas mistas e de estudantes é mostrar a universitários o que é a empresa e aferir competências nestes jovens talentos. Já recrutámos pessoas que vieram dessas equipas”, conta Marísia Giorgi.

A prova vista por dentro

Esta é uma iniciativa que a diretora adjunta de recursos humanos conhece bem, pois é uma ex-participante no GMC e, por isso mesmo, é um dos elementos que integra este vídeo motivacional. Há dez anos fez parte de uma equipa multidisciplinar de quadros e o trabalho em conjunto e a gestão do stresse em cada tomada de decisão, foram alguns dos ensinamentos que daqui retirou.

“Quando se está numa equipa com pessoas de formações diferentes, nem todos têm a mesma sensibilidade para perceber o resultado do todo e há que gerir alguma frustração. Foi uma experiência interessante, mas grande parte do nosso tempo foi dedicado a definir estratégias e em cada jogada já estávamos a pensar à frente e a traçar cenários”, revela a diretora adjunta de recursos humanos.

Ler muito bem o manual que está cheio de subtilezas, criar um Excel de suporte à decisão, nunca desistir porque nem sempre um bom resultado à partida é o melhor no fim, definir uma estratégia, acreditar e levá-la até ao fim com os ajustamentos que forem necessários, são alguns dos conselhos de atuação que deixa a quem a quer participar nesta iniciativa.

A importância de manter o caminho traçado é também realçada por Vítor Batista, de 47 anos, formado em Biologia e cuja equipa de quadros ficou em sexto lugar na edição de 2016 do Global Management Challenge. “Mudar a meio pode não ser a melhor opção”, refere.

Explica ainda que os participantes devem trabalhar em equipa se querem ter sucesso e no seu caso foi o que aconteceu e nem a distância, sendo que estava separado geograficamente dos seus colegas de formação, foi impeditiva para um bom resultado. E estavam a competir pela primeira vez. Este ano repetem a experiência e querem “atingir o primeiro lugar”, refere Vítor Batista. Mas mais importante do que o lugar que se obtém é para este ex–participante o que se aprende.

“É uma ferramenta que concilia a teoria e a prática num contexto de simulação que nos permite perceber como é que as variáveis podem influenciar o todo, o que ajuda a entender a tomada de decisão dentro de uma empresa”, frisa. É por isso que na sua opinião se deve ser ponderado e fazer sempre uma análise de custo/benefício das ações realizadas.

A força da mistura

Sofia Frade, de 31 anos, formada em Engenharia do Ambiente, participou na edição passada, mas numa equipa mista. “Foi uma experiência muito gratificante que ajudou a perceber o que a gestão de uma empresa envolve e que é necessário ter uma visão estratégica e delinear um plano para atingir um objetivo e é com base nele que se tomam decisões”, explica. Aprendeu ainda com os estudantes a raciocinar de forma diferente na altura de decidir. E falando de decisões “entendi como cada decisão tem impacto noutra e que temos de ter uma visão global na gestão de uma empresa. Ao longo deste processo senti ainda que todos os elementos que estava a absorver iriam trazer benefícios para mim em termos profissionais”, frisa.

No que diz respeito a resultados, a equipa de Sofia Frade não passou da primeira volta.

É talvez por isso que aconselha os participantes a arriscarem, mas com uma boa estratégia de suporte, já que a empresa que têm de gerir precisa de ser resiliente face às adversidades que possam encontrar durante a competição.

Classificação após a 4ª decisão – 1ª volta

1ª EDIÇÃO: (Consulte o PDF) clique aqui

GARANTIR POSIÇÕES

A primeira edição da primeira volta do Global Management Challenge 2017 termina na próxima semana e as equipas lutam para se manter no topo dos seus grupos. Esta semana e depois de tomada a quarta decisão, só houve mundanças de líderes nos grupos 3, 8, 12, 13 e 24. A Intrum Justitia, Staples, Konica Minolta e It Sector, são atualmente as empresas com mais equipas na chefia de grupos, com três cada.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Fotógrafo/Expresso: José Caria

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