Da competição para o contexto laboral

in Expresso, 10 de outubro de 2020

Duas equipas de trainees da REN esperam, com a sua participação na prova, desenvolver competências que venham a aplicar no trabalho diário.

A RENatos e a RENováveis, formadas por jovens quadros da Redes Energéticas Nacionais (REN), vão integrar a segunda edição da primeira volta do Global Management Challenge 2020, que arranca em novembro. Esperam, com esta experiência, aprender mais sobre gestão e desenvolver competências que possam aplicar no seu dia a dia laboral.

Inês Guerreiro lidera a equipa RENatos, da qual fazem também parte Raquel Jimenez, José Maurício e João Ribeiro, com idades entre os 23 e os 28 anos. “Somos todos formados em áreas de engenharia e ao participar nesta competição ganhamos uma visão diferente de como funciona a gestão de uma empresa”, conta. A sua expectativa e a dos seus colegas de equipa é que esta experiência lhes permita adquirir conceitos de gestão e desenvolver capacidades técnicas, bem como “construir uma equipa de trabalho sólida. Esta aprendizagem poderá facilitar a nossa dinâmica e comunicação dentro da empresa, percebendo também melhor o trabalho dos nossos colegas ligados à gestão, procurando assim obter maior eficiência”.

Depois, como explica Inês Guerreiro, é transpor esta aprendizagem para o dia a dia de trabalho, já que “o conhecimento de diversas áreas, para além da de formação, é sempre uma mais-valia em qualquer ambiente laboral. Permite tornar o trabalho mais dinâmico e as decisões mais autónomas, eficientes e direcionadas para o propósito da empresa”.

Maria João Neto, líder da equipa RENováveis, acredita que “a participação numa competição de caráter formativo como esta potencia a capacidade de trabalho em grupo, fortalecendo o espírito de equipa”. Da sua equipa fazem parte Adriana Vale, Gonçalo Pereira e José Farinha, com idades entre os 24 e os 25 anos.

Durante a competição os elementos das equipas tomam decisões e treinam a sua capacidade de liderança.

Apesar de terem formações diferentes, estes jovens acreditam que podem retirar lições valiosas desta competição para os diferentes cargos que possam vir a desempenhar futuramente. “Destacam-se o desenvolvimento de competências em gestão e estratégia, liderança, tomada de decisão e também o trabalho em equipa, permitindo-nos ter uma visão holística do negócio em que agora ingressamos. Além disso, a possibilidade de participar numa competição internacional permitirá o desenvolvimento de ferramentas de networking”, salienta Maria João Neto.

A líder da RENováveis defende ainda que numa fase inicial o trabalho em equipa desenvolvido na competição terá um papel mais preponderante no seu dia a dia de trabalho. “Assim que tivermos mais experiência e cargos de maior responsabilidade, a gestão e liderança assumem maior relevo. Além disso, permitirão complementar o nosso background mais técnico com conhecimentos ao nível financeiro e de gestão de empresas”, finaliza.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Foto: D.R.

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