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O desafio de tomar decisões em grupo

in Expresso, 23 de Novembro de 2019

Paulo Sampaio, professor da Universidade do Minho, participou na prova quando era estudante e recomenda-a agora aos seus alunos.

A tomada de decisão e o trabalho em equipa são aspetos trabalhados no Global Management Challenge que para Paulo Sampaio, professor e diretor do mestrado integrado em Engenharia e Gestão Industrial da Universidade do Minho (UM), são importantes para a vida nas empresas.

Paulo Sampaio tem 41 anos e é licenciado e doutorado em Engenharia e Gestão Industrial pela UM. Foi no seu último ano de licenciatura, entre 2001 e 2002, que participou nesta competição. “O desafio, verificar até que ponto aquilo que eu estava a aprender na universidade me permitia a mim e à minha equipa chegar numa competição como esta, testar conhecimentos e aprender algo novo, foi o que me levou a participar”, relembra. A sua equipa contou na altura com o apoio e incentivo para participar por parte do então diretor de curso, o professor Guilherme Pereira.

Hoje é Paulo Sampaio que assume esse papel. “Penso que não passámos da primeira fase e muitas vezes tive a sensação de que não estava preparado ou não tinha conhecimentos para alguma das decisões que tínhamos de tomar. Quase 20 anos depois, acho que os alunos do ensino superior estão melhor preparados para uma competição desta natureza”, afirma.

Chegar a consenso O trabalho em equipa e a chegada a um consenso na hora de tomar uma decisão são para este antigo participante duas maisvalias da passagem pelo Global Management Challenge. “Gerir uma equipa é algo que acontece diariamente nas empresas. Além da parte técnica, considero que foi algo importante que aprendi na prova”, salienta. E, como estava no último ano do curso, afirma que esta experiência lhe foi útil quando transitou para o mundo do trabalho.

Agora, e como professor, considera que os seus alunos podem reforçar competências comportamentais e de gestão, nomeadamente na área financeira, neste desafio. “A forma como conseguem trabalhar em equipa e gerir conflitos é algo que as empresas valorizam. Tal como valorizam também, na hora de contratar, a participação em atividades extracurriculares como esta, em que mostram proatividade, e que os alunos que nelas participam estão dispostos a enfrentar situações fora da sua zona de conforto”, explica o professor.

Às equipas da UM e as restantes que estão envolvidas na competição recomenda que “aproveitem bem o tempo para tomar as decisões e, se tiverem alguma dúvida ou encontrarem um problema que não consigam resolver sozinhos, procurem ajuda”.Ter alguém que lidere é ainda, na sua opinião, crítico na gestão da equipa e pode ser determinante para o sucesso.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Foto: DR

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