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Definir uma estratégia para melhor decidir

in Expresso, 11 de Maio 2019

Rui Barros, administrador da Accenture Portugal, participou na prova nos anos 90 e acredita que esta é um exercício prático na área da gestão.

Há cerca de 22 anos Rui Barros estava a estudar engenharia mecânica no Instituto Superior Técnico (IST) quando decidiu participar no Global Management Challenge. Dessa experiência ficou-lhe a noção que precisava de conhecimentos mais profundos de gestão, para tomar as decisões mais acertadas.

“Erámos um grupo de amigos com bastante vontade de aprender e passar à fase seguinte da competição, mas na verdade possuíamos poucas horas base de conhecimento de gestão. A melhor recordação que tenho foram as tardes bem passadas na esplanada de Engenharia Civil do IST a definir a estratégia para a próxima jogada e o segundo lugar que o nosso grupo conseguiu na competição”, recorda Rui Barros, administrador responsável pela área de tecnologia da Accenture Portugal.

Em 1997, juntamente com os seus colegas de equipa, este antigo participante encontrou no Global ManagementChallenge uma oportunidade para saber mais sobre a área de gestão.

Engenheiros na gestão

“Apesar de estudar engenharia, sempre tive curiosidade e vontade de aprender mais sobre esta matéria”, afirma Rui Barros. Acrescenta que “aprendi que teria de desenvolver e aprofundar os meus conhecimentos na área da gestão de uma organização para poder tomar as decisões mais acertadas.

Em particular o custo de capital, um indicador importante a ter em consideração, dado que foi o que nos prejudicou fortemente na classificação final obtida”, revela.

Da experiência vivida e às equipas que vão integrar a edição de 2019 explica que “é importante que consigam definir a estratégia e os objetivos a atingir para orientar o processo de tomada de decisão em equipa, garantindo que aprendem com os resultados obtidos em cada decisão”.

Defende ainda que esta é uma prova que possibilita o desenvolvimento de competências de gestão e de liderança, tomada de decisão e trabalho em equipa, de uma forma muito prática. “Permite ainda uma aproximação entre o meio universitário e empresarial, permitindo uma melhor integração do talentos das nossas universidades no mercado de trabalho”.

Rui Barros conta com cerca de 20 anos de experiência profissional na Accenture e desenvolveu aqui um percurso de consultoria na área de tecnologia em clientes nacionais e internacionais, com particular foco na indústria de utilities, energia e recursos naturais. A empresa onde trabalha é também a mais antiga patrocinadora deste desafio.

Elemento de formação

“Tem-nos permitido acompanhar a capacidade de iniciativa, de se reiventar e manter atual desta competição, continuando a ser fundamental como elemento de formação dos estudantes universitários e dos quadros superiores”, afirma.

A competição comemora este ano o seu 40º aniversário. Para Rui Barros é “uma iniciativa de sucesso com origem em Portugal, com presença em mais de 30 países, em que mais uma vez se vê a capacidade do nosso talento em inovar em áreas especializadas de conhecimento”.

Jornalista/Expresso: Maribela Freitas
Fotografo/Expresso: José Fernandes

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